quinta-feira, 26 de abril de 2012



Saiba como escolher um roteador wireless




Roteadores wireless estão entre os principais dispositivos em casas e pequenas empresas, mas mesmo assim são, com frequência, fonte de grande frustração para qualquer usuário que não seja um guru de redes sem fio. Há uma razão especial para um roteador wireless ser uma peça de hardware tão confusa: sinais sem fio. Esses sinais estão sujeitos à interferência de muitas coisas, desde outros roteadores até da própria configuração do seu home office.

Esse enigma não é em nada diminuído pelos fabricantes que, em ímpetos de diferenciar seus produtos uns dos outros e vender mais, prometem velocidades irreais, enchem o produto de enfeites e, em geral, tornam a vida do usuário comum muito difícil quando ele deseja configurar ou otimizar o roteador.

Passar por toda a propaganda exagerada e escolher qual aparelho é mais apropriado para os seus propósitos pode ser uma tarefa complicada. Você precisa de um equipamento de banda única, mais barato ou um dual-band, um pouco mais caro? Você precisa atualizá-lo, ou comprar um roteador 802.11n? Se for o caso, quais benefícios o 802.11n traz? Será que um roteador mais caro, de ponta, significa melhor conexão à internet? E quanto ao IPv6 - é melhor conseguir um roteador que suporte o padrão?

Essas questões, somadas a outros fatores como segurança, conexão via USB de impressoras e dispositivos de armazenamento para compartilhar arquivos, por exemplo, devem ser pesadas e analisadas quando a decisão de comprar ou atualizar um roteador se aproxima. Por trás do problema de selecionar um aparelho está a complexidade da tecnologia em si. Uma rede Wi-Fi está sujeita a diversos fatores e variações no ambiente. Se houver muitos outros roteadores nas proximidades, você provavelmente terá problemas de interferência, especialmente na frequência de 2.4 GHz que, pelo fato de ser a usada para transmitir e receber dados, é a mais cheia. Certos materiais de construção, casas de muitos níveis, divisões de vidro e outros dispositivos de uma casa ou escritório que operam na frequência de 2.4 GHz - como microondas e telefones sem fio - podem degradar a performance do roteador.

Empresas muitas vezes gastam milhares de dólares  para contratar profissionais para analisar qual o melhor equipamento e maneira de instalar uma rede sem fio. Portanto, não é surpresa saber que casas e pequenas empresas, lugares que em geral não têm acesso a esse tipo de profissionais, fiquem frustrados com um roteador ou pelo fato de não conseguir configurar e manter corretamente uma rede sem fio.

Para acabar com um pouco dessa frustração, compilamos uma lista de questões que devem ajudar você a determinar o melhor roteador para as suas necessidades. O melhor é saber, antes de tudo, as suas próprias necessidades de rede antes de procurar um roteador, ao invés de confiar nas duvidosas avaliações de clientes em sites. Mesmo que você consiga uma ideia geral de outras experiências com o mesmo equipamento, a performance pode variar muito de uma situação para outra. Só porque alguém teve uma experiência terrível com um roteador específico não significa necessariamente que você terá a mesma experiência.

Análises profissionais em ambientes controlados, como as que eu realizo no laboratório da PCMag, são uma fonte de ajuda um pouco melhor para determinar qual roteador é o mais adequado para você. Um roteador wireless pode ser um equipamento desafiador, pois não é como um laptop ou um iPad, que dá praticamente a todos os usuários a mesma experiência. Ele pode ter diferentes performances de um lugar para o outro, embora os fabricantes estejam desenvolvendo equipamentos com cada vez mais consistência.

Aqui vai uma check-list e algumas informações para ajudar você a escolher o roteador perfeito para suas necessidades de rede:

Você precisa de um roteador wireless?

Um roteador direciona tráfego de rede. Em alguns aparelhos, esse tráfego navega entre a conexão de internet do seu provedor e a sua rede interna. Um roteador permite que certos dispositivos - com ou sem fio - entrem nessa rede e, por meio dela, consigam conexão à internet. Permite também que os dispositivos de uma mesma rede possam se comunicar entre si livremente.

Algumas pessoas só trabalham em laptops ou PCs que estejam ligados diretamente em modens DSL, uma conexão direta com a internet. Eles podem não ter outros usuários ou dispositivos em casa ou no escritório que precisem de conexão ou de compartilhamento de impressões e arquivos. Se isso se aplica a você e não há necessidade de qualquer outra coisa que não seja um local fixo de onde navegar na internet, imprimir e trabalhar, então você não precisa de um roteador.

Com equipamentos como iPads, porém, a maioria das pessoas querem e podem se beneficiar de um roteador wireless. Ele permitiria a você navegar de um quarto no segundo andar, dar acesso à internet a um console de videogame e permitir o compartilhamento de imagens, músicas e vídeos com todos os dispositivos da sua casa ou escritório. Se você quer a capacidade de fazer essas coisas, você precisa de um roteador.

Que tipo de usuário de rede você é?

Um usuário comum, individual, que só quer navegar na internet não precisa do mesmo tipo de roteadores que um aficionado por jogos online, um entusiasta por multimídia ou um pequeno negócio. Uma boa regra geral: quanto mais caro o roteador, mais funcionalidades ele terá. Mas preço maior não significa, necessariamente, performance melhor.

Banda única ou dupla?

Enquanto pesquisa roteadores, você vai inevitavelmente se deparar com o termo "bandas". As bandas de 2.4 e 5GHz são as frequências em que comunicações sem fio operam. Dispositivos 802.11 B e G usam a banda de 2.4GHz, enquanto os dispositivos 802.11N pode usar tanto uma como a outra. Um roteador de banda única, de 2.4GHz, é direcionado a redes sem fio simples. Por outro lado, um de banda dupla suporta tanto a frequência de 2.4 quanto a de 5GHz. Por esse motivo, ele é melhor equipado para trabalhos intensos na rede. A única desvantagem da frequência de 5GHz é que ela não sustenta o sinal a distâncias maiores, como faz o de 2.4GHz. Então, se você está procurando um roteador de banda dupla para aproveitar as vantagens, leve em conta o local onde ele será colocado na sua casa ou escritório.

300 Mbps, 450 Mbps, 900 Mbps... tantos números!

Se você está comprando roteador, vai notar um número de três dígitos na maioria das embalagens, indicando a velocidade do aparelho. Há alguns anos, 300 Mbps era a velocidade padrão da grande parte dos roteadores sem fio. Isso significava que, em testes sob circunstâncias controladas, sem interferências de qualquer tipo, o roteador alcançava velocidades de 300 megabytes por segundo. Atualmente, já existem roteadores de 450 Mbps e até 900 Mbps.

Você, no entanto, nunca verá essas velocidades. Problemas como sobreposição de canais e interferências garantem que roteadores em ambientes de casa e trabalho nunca alcancem essas velocidades teóricas divulgadas pelos vendedores e fabricantes. Testado na PCMag, que tem um ambiente que simula as condições reais de uma casa ou escritório, um roteador de 900 Mbps que alcança metade dessa velocidade já é considerado ótimo.

É importante explicar também que a velocidade de banda do roteador não tem nada a ver com a velocidade da sua conexão de internet. Essa velocidade é determinada pelo seu provedor. O que um roteador mais rápido ajuda é na performance da sua rede interna.

Que tipo de segurança?

A grande maioria dos novos roteadores suporta o nível mais alto de segurança, o WPA2. Certifique-se que o roteador que você vai comprar tenha o mesmo suporte.

Outras considerações

Se você está procurando um roteador que não quer ter de atualizar no futuro próximo, considere comprar um que suporte IPv6. Mesmo que a conversão de IPv4 para IPv6 pareça estar no horizonte, um roteador que suporte IPv6 vai ajudá-lo manter a rede intacta quando seu provedor tiver que fazer a transição de um padrão para o outro. Alguns roteadores também oferecem extras, como portas para cartões SD e portas USB para compartilhamento de impressora.

Fonte:PC Magazine

Conversor com Android leva Internet para TVs


A Multilaser está comercializando um conversor com sistema operacional Android que promete transformar qualquer televisor em uma Smart TV. O aparelho, chamado de Internet Box TV, acessa a loja de aplicativos Google Play e já traz uma série de apps instalados, como Facebook, Twitter, MSN e Skype, entre outros.

A comunicação com a internet é feita sem fios (Wi-Fi N) ou de forma cabeada (RJ-45), um teclado alfanumérico facilita a digitação e a navegação em sites da Internet ele traz um browser próprio.

Na parte de conexões, são duas entradas USB, uma para cartão de memória do tipo SD Card, além de saídas HDMI e vídeo composto para fazer a ligação com os televisores.

Além de acessar conteúdos da internet e a loja de aplicativos do Google, o aparelho, que tem sistema operacional Android na versão 3.2, pode executar funções de media center, já que é compatível com os principais formatos de áudio e vídeo da internet, incluindo os de alta definição. 

Com dimensões reduzidas, são apenas 14.5 cm de largura, 2.6 cm de altura e 19.3 cm de profundidade, e pesando 340g, o Internet Box TV tem peço médio de R$ 599. 

Fonte: Multilaser

sábado, 7 de abril de 2012

Internet no celular: qual operadora escolher?

Saiba quais são os planos das principais operadoras para que você possa acessar a internet a partir do celular sem perder o controle de quanto dinheiro sai do seu bolso.



Acessar a internet a partir do celular já se tornou uma realidade para muitos brasileiros. Com smartphones cada vez mais acessíveis – alguns modelos já podem ser encontrados por R$ 300 –, as opções de planos pré-pagos permitem que o consumidor acesse a web gastando menos de R$ 0,50 por dia.

Contudo, antes de escolher um plano apenas pelo valor, é preciso levar em consideração o seu perfil de consumidor e qual será o uso que você fará da internet em seu celular. De nada adianta pagar por um plano que proporcione um pacote diário maior de dados se, em hipótese alguma, você acabará utilizando nem ao menos a metade da franquia disponível.




As tabelas abaixo mostram algumas das opções disponibilizadas pelas próprias operadoras. Todos os valores e condições foram retirados dos sites oficiais da CLARO, da OI, da TIM e da , VIVO com consulta realizada entre os dias 3 e 5 de abril. Dessa forma, os valores são de inteira responsabilidade das companhias e estão sujeitos a alterações.

Além disso, é importante ressaltar que muitas vezes as operadoras podem ser flexíveis com seus planos, oferecendo condições diferenciadas para aqueles consumidores que já possuem outros planos de minutos em ligação e envios de mensagens. Por isso, antes de fechar negócio, vale a pena entrar em contato com a companhia em questão e verificar se é possível contratar uma proposta personalizada.


Planos pré-pagos


Os planos pré-pagos respondem hoje pela maior parcela de consumidores que acessa a internet via celular. De simples configuração, rápido acesso e baixo custo, eles acabam atraindo a maioria dos clientes que têm como perfil o uso de redes sociais e pequenas consultas diárias para leitura de notícias ou emails.

Nessa modalidade de plano, três itens devem ser observados pelo consumidor: quanto será o investimento mensal, qual é a velocidade máxima de conexão e qual é franquia de dados diária que você tem disponível. A forma de contratação, bem como as condições de uso, também varia de operadora para operadora.

Preço e contratação

Este é o principal item que deve ser observado pelo consumidor e, por conta disso, muitas vezes o que parece mais atrativo em uma propaganda pode não ser a condição mais vantajosa no final do mês. Claro, TIM e Oi possuem opções de planos que podem ser pagos apenas pelo dia de uso. Se em 30 dias você utiliza a internet apenas durante 12 deles, pagará apenas pelos dias em que navegou. O custo entre as três é exatamente o mesmo (R$ 0,50 por dia ou R$ 15 por mês).

Contudo, contratar planos com maior período de fidelidade pode acabar pesando menos no seu bolso, caso você utilize o aparelho para navegar em todos os 30 dias. O plano semanal da Oi, por exemplo, custa R$ 2,90 por semana, totalizando R$ 11,60 durante o mês. Na Claro, a opção intermediária é o plano quinzenal (R$ 6,90 a cada 15 dias, totalizando R$ 13,80 por mês).

Quem quiser optar por uma franquia mensal pode economizar ainda um pouco mais. Os planos da Oi e da Vivo podem sair por apenas R$ 9,90 por mês, o que significa na prática um custo de R$ 0,33 por dia. O plano mensal da Claro custa um pouco mais, contudo ainda assim sai mais barato do que as outras opções da operadora.


Pacote de dados e velocidade


O segundo aspecto a ser analisado é qual a franquia disponível dentro do plano que você contratou. As operadoras costumam adotar políticas diferentes, de acordo com o seu tipo de plano. Dependendo do propósito com que você pretende utilizá-lo, contratar um plano com apenas 1 MB por dia, por exemplo, pode não ser o suficiente.

Porém, se o que mais preocupa você é a velocidade de transferência de dados, leve esse item em consideração antes de adquirir um plano. Vivo e Oi oferecem velocidade máxima de até 1 Mbps, o que significa que ela pode ser abaixo desse valor. Já a Claro e a TIM prometem velocidades de até 300 kbps. Em qualquer uma delas, a velocidade é reduzida após a franquia ter sido atingida.


Planos pós-pagos


Para quem está disposto a assumir a mensalidade de um plano de dados, as opções aumentam consideravelmente. Além dos planos tradicionais oferecidos pelas companhias, consumidores que já possuam outros pacotes de dados e mensagens podem ainda personalizar a tarifa, o que faz com que a variação seja grande nesse quesito.


Claro


A operadora Claro está entre as que oferecem um maior número de opções para os clientes. Basicamente, há duas modalidades distintas: controle e pós. Na primeira, após exceder o valor da franquia contratada, o custo por MB a mais é cobrado à parte, chegando a R$ 4/MB. Entretanto, os valores dos planos são de, no máximo, R$ 11,90.

Já na modalidade pós, há nove opções de pacotes de dados. Com exceção da franquia de 10 MB, nas demais a operadora oferece o dobro da franquia contratada. Assim, adquirindo 100 MB, por exemplo, você ganha o direito de transferir 200 MB durante os 30 dias. A velocidade é mantida caso você exceda o valor da franquia, mas os MB a mais são tarifados.


Oi


A Oi também aposta na variedade de planos para seduzir o consumidor. Com velocidade máxima de 1 Mbps, a empresa comercializa seis planos distintos, cuja variação está na franquia mensal disponível. Os pacotes vão de 50 MB a 2 GB e os valores dos planos variam entre R$ 14,90 e R$ 84,90. Após o uso da franquia, não há tarifação, mas a velocidade máxima de navegação é reduzida para 150 kbps.


TIM


A TIM aposta na simplicidade para o consumidor e disponibiliza um único tipo de plano na modalidade pós-paga. Por R$ 29,90 mensais, é possível contratar o Liberty Web Smart, com pacote mensal de 300 MB e velocidade máxima de navegação de 1 Mbps. Após o uso da franquia, a velocidade é reduzida para 50 Kbps.


Vivo


A Vivo é uma das empresas que oferecem a maior variedade de planos. O consumidor pode contratar franquias que variam de 20 MB/mês a 10 GB/mês. Após atingir a franquia contratada, é possível ainda optar entre redução da velocidade, que por padrão é de até 1 Mbps, ou manutenção da velocidade, mediante pagamento adicional. Os valores iniciam em R$ 9,90 e podem chegar a até R$ 199 mensais.


O conselho mais importante: pesquise


Se com relação aos preços não é difícil escolher um plano que se adapte ao seu bolso, nos quesitos velocidade e pacote de dados muitas vezes só na prática é possível definir qual é a franquia que melhor se adequa ao seu perfil. Por isso, depois de enquadrar os valores dentro do seu orçamento, escolha uma plano mais barato e com franquia menor de dados.

À medida que for utilizando, você perceberá se o pacote mensal disponível é suficiente ou não e, caso seja necessário, poderá solicitar a mudança de plano a qualquer momento. Lembre-se: é melhor economizar desde o início até encontrar um plano que se adeque ao seu perfil do que pagar por um serviço que talvez você nunca precise utilizar.


Fonte: Tecmundo

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